olhar atento a tudo o que se passa. desde fevereiro de 2007 a habitar na blogosfera.
criticas, sugestões e considerações para: andre.f.garcia[@]gmail.com
terça-feira, 29 de julho de 2008
Agora sim, é que são mesmo os últimos candidatos!
Quem irá vencer o tão almejado prémio Capitão Moura?
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Precipitação
Num artigo de opinião publicado hoje no Diário Económico, o ex-director da PJ, Alípio Ribeiro, afirmou que «um arquivamento precipitado pode vir a prejudicar, quem sabe se definitivamente, um esclarecimento posterior».
«Talvez tivesse sido mais razoável ter determinado a cessação do estatuto de arguidos daqueles que foram constituídos e, noutro contexto processual, continuar a investigação», escreveu o responsável máximo da PJ na altura do desaparecimento de Madeleine.
O antigo director afirma ainda que «um caso de desaparecimento de um menor não pode ser fechado, por falta de prova, decorrido tão pouco tempo sobre aquele dramático momento».
in Destak
Depois de ter dito que a atribuição do estatuto de arguido ao casal McCann ter sido uma "precipitação", quando era director da PJ, disse isto que acabam de ler.
Eu diria, que a nomeação de Alípio como director da PJ foi... uma precipitação, vá! Este sr. devia era estar caladinho e ter vergonha pela sua passagem pela PJ!
«Talvez tivesse sido mais razoável ter determinado a cessação do estatuto de arguidos daqueles que foram constituídos e, noutro contexto processual, continuar a investigação», escreveu o responsável máximo da PJ na altura do desaparecimento de Madeleine.
O antigo director afirma ainda que «um caso de desaparecimento de um menor não pode ser fechado, por falta de prova, decorrido tão pouco tempo sobre aquele dramático momento».
in Destak
Depois de ter dito que a atribuição do estatuto de arguido ao casal McCann ter sido uma "precipitação", quando era director da PJ, disse isto que acabam de ler.
Eu diria, que a nomeação de Alípio como director da PJ foi... uma precipitação, vá! Este sr. devia era estar caladinho e ter vergonha pela sua passagem pela PJ!
domingo, 20 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
Queirós de regresso
O meu ídolo nos anos 90 - o homem que eu queria ser quando fosse grande, muito mais que um jogador de futebol - é o novo seleccionador nacional. Ele vai voltar a por as selecções jovens no topo do mundo - actualmente estão uma autêntica desgraça - e quanto à principal, só lhe peço duas coisas: que não ponha o Ricardo na baliza, e que arranje um lateral esquerdo decente! Só por aí já ficava satisfeito, porque com Queirós, há rigor e profissionalismo, longe, muito longe, do foclore à brasileira de Scolari. Força Queirós!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Coitado do rapaz!
Ronaldo sente-se escravizado
CONCORDA COM TUDO O QUE BLATTER DISSE
Cristiano Ronaldo falou hoje em exclusivo à TVI, dando a entender que o Real Madrid é mesmo o seu desejo.
O internacional português não se quis alongar muito no assunto mas sempre deixou escapar: "Não quero falar mais sobre isso. Concordo completamente com aquilo que o presidente da FIFA disse hoje."
Recorde-se que Joseph Blatter considerou que o internacional português "deve poder deixar o Manchester para ir para o Real Madrid se é isso que deseja". O líder da FIFA está contra o que designa de "escravatura moderna" relacionada com a "compra de jogadores".
(...)
in Record Online
Se ele é escravo, que dizer das pessoas que ganham o salário mínimo e trabalham muito mais que ele por dia... ele e o presidente da FIFA, deviam ter vergonha na cara por dizerem estas baboseiras insultuosas.
Se ele quer tanto sair do Manchester, que vá para o tribunal pedir a rescisão do contrato... ele que ganhe mas é juízo!
CONCORDA COM TUDO O QUE BLATTER DISSE
Cristiano Ronaldo falou hoje em exclusivo à TVI, dando a entender que o Real Madrid é mesmo o seu desejo.
O internacional português não se quis alongar muito no assunto mas sempre deixou escapar: "Não quero falar mais sobre isso. Concordo completamente com aquilo que o presidente da FIFA disse hoje."
Recorde-se que Joseph Blatter considerou que o internacional português "deve poder deixar o Manchester para ir para o Real Madrid se é isso que deseja". O líder da FIFA está contra o que designa de "escravatura moderna" relacionada com a "compra de jogadores".
(...)
in Record Online
Se ele é escravo, que dizer das pessoas que ganham o salário mínimo e trabalham muito mais que ele por dia... ele e o presidente da FIFA, deviam ter vergonha na cara por dizerem estas baboseiras insultuosas.
Se ele quer tanto sair do Manchester, que vá para o tribunal pedir a rescisão do contrato... ele que ganhe mas é juízo!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Uma visão apocalítica, mas real
(tradução em "brasileiro")
Dentro de alguns anos, a produção mundial de petróleo convencional declinará enquanto a procura mundial não cessa de crescer. O choque resultante desta fome petroleira estrutural é inevitável, tão importantes são a dependência das nossas economias em relação ao petróleo barato e a impossibilidade simultânea de desmamá-las rapidamente.
Podemos esperar apenas amortecer este choque, desde que esta perspectiva próxima se torne a partir de hoje a referência única de uma mobilização geral das nossas sociedades, impondo consequências drásticas a todos os sectores sob a pena do caos. Esta antecipação é fundamentada no método do geólogo americano King Hubbert, que em 1956 havia previsto o pico da produção petrolífera interna dos Estados Unidos para 1970. Foi exactamente isso que aconteceu.
A transposição do método de Hubbert a outros países deu uma previsão de resultados semelhante: hoje, todos os campos petrolíferos gigantes — os únicos que contam — vêm a sua produção diminuir, salvo no "triângulo negro" Iraque-Irão-Arábia Saudita.
O pico de Hubbert deste Médio Oriente petrolífero deveria ser atingido por volta de 2010, conforme a retomada mais ou menos tardia da plena produção iraquiana e conforme a taxa de crescimento da procura chinesa.
Os sectores mais afectados pela alta contínua da cotação do petróleo bruto serão em primeiro lugar a aviação e a agricultura produtivista, pois os preços do querosene para uma e dos fertilizantes azotados e do gasóleo para a outra estão muito directamente ligados aos preços do bruto.
Isto sem a flexibilidade política estabilizadora que permite, por algum tempo e nos outros sectores, baixar os impostos sobre o petróleo quando os preços sobem. A seguir, os transportes terrestres, o turismo, a petroquímica e a indústria automóvel sofrerão os efeitos depressivos da diminuição da quantidade de petróleo (esgotamento). Até que ponto esta situação conduzirá a uma recessão geral? Ninguém sabe, mas a cegueira dos políticos e habitual o panurgismo pânico dos mercados fazem-nos temer o pior.
in Rumo ao petro-apocalise, por Yves Cochet, antigo ministro francês do Ordenamento do Território e do Ambiente, em 01/Abril/2004.
Pois, há quatro anos este senhor escreveu isto. E o que se fez? Nada, claro. E agora, olha, safem-se da tragédia!
Dentro de alguns anos, a produção mundial de petróleo convencional declinará enquanto a procura mundial não cessa de crescer. O choque resultante desta fome petroleira estrutural é inevitável, tão importantes são a dependência das nossas economias em relação ao petróleo barato e a impossibilidade simultânea de desmamá-las rapidamente.
Podemos esperar apenas amortecer este choque, desde que esta perspectiva próxima se torne a partir de hoje a referência única de uma mobilização geral das nossas sociedades, impondo consequências drásticas a todos os sectores sob a pena do caos. Esta antecipação é fundamentada no método do geólogo americano King Hubbert, que em 1956 havia previsto o pico da produção petrolífera interna dos Estados Unidos para 1970. Foi exactamente isso que aconteceu.
A transposição do método de Hubbert a outros países deu uma previsão de resultados semelhante: hoje, todos os campos petrolíferos gigantes — os únicos que contam — vêm a sua produção diminuir, salvo no "triângulo negro" Iraque-Irão-Arábia Saudita.
O pico de Hubbert deste Médio Oriente petrolífero deveria ser atingido por volta de 2010, conforme a retomada mais ou menos tardia da plena produção iraquiana e conforme a taxa de crescimento da procura chinesa.
Os sectores mais afectados pela alta contínua da cotação do petróleo bruto serão em primeiro lugar a aviação e a agricultura produtivista, pois os preços do querosene para uma e dos fertilizantes azotados e do gasóleo para a outra estão muito directamente ligados aos preços do bruto.
Isto sem a flexibilidade política estabilizadora que permite, por algum tempo e nos outros sectores, baixar os impostos sobre o petróleo quando os preços sobem. A seguir, os transportes terrestres, o turismo, a petroquímica e a indústria automóvel sofrerão os efeitos depressivos da diminuição da quantidade de petróleo (esgotamento). Até que ponto esta situação conduzirá a uma recessão geral? Ninguém sabe, mas a cegueira dos políticos e habitual o panurgismo pânico dos mercados fazem-nos temer o pior.
in Rumo ao petro-apocalise, por Yves Cochet, antigo ministro francês do Ordenamento do Território e do Ambiente, em 01/Abril/2004.
Pois, há quatro anos este senhor escreveu isto. E o que se fez? Nada, claro. E agora, olha, safem-se da tragédia!
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